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| Eugenio Santana - Radialista DRT/SE 628 |
Na
busca de uma definição para a POLÍTICA abracei o conceito de “A
Arte do Bem Comum” nenhuma outra frase em minha concepção a define tão
bem, pois entendo eu que, se não visa o benefício de todos buscando vantagens
para apenas um determinado grupo de pessoas, a situação muda de nome, passa a
chamar-se “Jogo de Interesses”. A história de Itabaiana mostra que em um
passado não muito recente imperava na política local a prática do
Coronelismo que possuía como principal característica o uso da força
bruta através da violência para o domínio dos eleitores e a consequente
conquista da permanência no “Poder” público. Naquela época o povo não tinha
voz, pois quando ousava ensaiar um grito de liberdade este era de imediato sufocado
pelo barulho das ameaças, o peso doloroso da “Xibata” e pelas mãos sujas de
sangue dos pistoleiros de aluguel. A nossa realidade nos mostra que estamos em
constante evolução, e sendo assim, a democracia buscou espaços, uniu forças,
venceu batalhas e suprimiu a política do atraso, abrindo novos horizontes e
devolvendo ao povo o seu valoroso direito de sonhar. Porém em um processo
democrático não é permitido baixar a guarda, pois o mínimo descuido pode ser
fatal, pelo fato de quem se sentiu poderoso um dia não aceitar de bom grado
perder o domínio que já o fez talvez não respeitado, mas com certeza temido.
Desde então a politica de Itabaiana se reveza entre os precursores da
democracia e os filhotes da ditadura, em uma queda de braço contínua que vez
por outra explora o cansaço e a fragilidade de seus adversários atacando pelos
flancos e retomando o poder.
Graças
a DEUS os tempos em Itabaiana são outros porém as táticas utilizadas na
política segue o mesmo padrão mas acompanha a modernidade pois estamos
habitando hoje um mundo globalizado. As armas são virtuais, o assassinato é
moral, os pistoleiros usam como armas os meios de comunicação e a munição são
os microfones, redes sociais e a certeza da impunidade. Atualmente em Itabaiana
quem ousa cobrar compromissos assumidos e não honrados dos herdeiros do
coronelismo sofre um bombardeio constante de calúnias, mentiras, difamações,
desrespeito que busca o objetivo da desmoralização e posterior descrédito do
insatisfeito. As ofensas vão de “mentirosos a marginais” e o desequilíbrio
culmina com frases de apologia ao crime como a que ouvimos recentemente na
programação Jornalística da Radio Capital do agreste em que se cuspia ao
microfone que determinado cidadão merecia um “Tiro na Cara” por discordar de um processo licitatório e duvidar
de sua lisura, situação que culminou com vias de fato.
Ao
relatar esses fatos, procuro justificativas para os ataques constantes dos
quais tenho sido vítima ultimamente patrocinado coincidentemente pela mesma
emissora que pasmem os senhores: Fui um dos fundadores. Nela prestei meus
serviços profissionais por longos sete anos e meio e o meu trabalho na época
era aplaudido e elogiado por seus proprietários. Em minha trajetória
profissional exerci por direito paralelamente a radiofonia, a atividade de
assessoria de imprensa, foi assim na minha passagem pela Rádio Liberdade quando
ao mesmo tempo Exercia o cargo de Assessor De Imprensa do Deputado Federal
Pedro Almeida Valadares Neto (In Memoriam), da mesma forma na minha passagem
pela FM Tropical de Simão Dias quando paralelamente Assessorava o Então
deputado Estadual Belivaldo Chagas, e não foi diferente na minha passagem pela
Rádio Educadora AM de Frei Paulo na época prestando assessoria ao Então
Prefeito de Simão dias e Médico Dr. Luiz Albérico. Tal atividade se classifica
entre as funções do de um Comunicador devidamente registrado pela Diretoria Regional
do Trabalho sob o número 628.
Hoje
exerço o cargo de assistente administrativo da Fundação Hospitalar de Saúde -
FHS para a área de imprensa no Hospital Regional Dr. Pedro Garcia Moreno Filho
em Itabaiana, e pelo motivo de apresentar um programa radiofônico no horário
das 06:00 às 09:00 horas da manhã na FM Princesa, o fato é taxado pelo programa
concorrente na Rádio Voz de Itabaiana Ltda. vulgo, “Capital do Agreste” de algo
“escandaloso”. Fico imaginando a que ponto chega a hipocrisia de algumas pessoas, pois no Período de maio do ano 2000
a fevereiro de 2003 eu era o apresentador não de um mas de DOIS programas na Rádio
Capital do Agreste pela manhã e a tarde e paralelamente fazia a Assessoria
de Imprensa do então Deputado Federal
José Teles de Mendonça dono da Rádio que me acusa na Câmara dos deputados
em Brasília. Diante da indisposição da Rádio que tinha como superintendente a
época a esposa do deputado aqui citado, de me pagar os últimos salários e os
meus direitos trabalhistas, fui forçado a requerer meus direitos na Justiça e a
emissora alegou que eu não era funcionário da rádio e sim do deputado em
Brasília fato que não foi considerado pela Justiça do trabalho como verdadeiro
por ter provado através de testemunhas e gravações o contrário, porém a
alegação da defesa da rádio gerou o processo
administrativo n° 1.35.000.000054/2004-36 promovido pela Procuradoria da República visando
apurar a lisura do cargo oferecido pelo deputado. Atendendo ofício assinado
pelo então Procurador Paulo Gustavo
Guedes Fontes, (Ver publicação abaixo)
compareci à Procuradoria e demonstrando gratidão ao deputado, em momento
algum o prejudiquei, provando ao procurador ser possível exercer as duas
atividades ao mesmo tempo. Agora me surpreendo com a mesma Rádio classificando
como escândalo exercer a função de Assessor de Imprensa do Hospital em
Itabaiana onde moro, e Apresentar um programa radiofônico às seis da manhã em
uma emissora também de Itabaiana quando no passado o dono da emissora
considerava perfeitamente normal eu apresentar dois programas na sua Rádio e ao
mesmo tempo ser seu assessor de Imprensa em Brasília. Como se não bastasse a
incoerência, o profissional divulga na mesma emissora que o meu salário é de
5.000,00 mil Reais quando o Real valor pode ser conferido no documento
publicado abaixo.
Por
tudo isso não resta dúvidas que a emissora aqui citada é conduzida por
HIPÓCRITAS e MENTIROSOS que por algum interesse tenta ludibriar aos seus
ouvintes e por medo da concorrência com um jornalismo sério, tenta
desqualificar um profissional que possui maior credibilidade. A vocês o meu
perdão, mas também o meu repúdio pelo desrespeito disfarçado de Jornalismo.
Eugenio Santana DRT/SE
628
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| Ofício da Procuradoria da República |
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| Carteira de trabalho com anotações da Rádio Capital do Agreste |





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